AZ Brasil
INSTRUMENTOS LEGAIS PARA A BOA GESTÃO DAS ÁGUAS

Distintamente da linearidade das ocorrências das águas de superfície, a compreensão e a gestão dos mananciais subterrâneos necessitam de informações e análises complexas, além de bastante rigor técnico. Neste sentido, a legislação tem um papel fundamental.
Quando comparada a outros países, a legislação brasileira voltada à regulamentação do uso dos recursos hídricos é ainda recente, mas, para especialistas, atende bem às necessidades impostas pelas particularidades do cenário hídrico do país.
O domínio do recurso é da união e dos estados, entretanto, deve ser entendido como o domínio público eminente, não correspondendo a uma propriedade do Estado, mas sim a um poder político e soberano de regular os bens pertencentes a seu território.
Apesar dos dispositivos legais suficientes, a gestão ainda não acontece de forma efetiva, ficando estancada na falta de objetividade e de uniformidade dos processos. Considerando que “a lei é nova e a nossa experiência em sua aplicação (e de outros dispositivos correlatos) é ainda limitada, estamos aprendendo.
Os comitês de bacia ainda estão sendo instalados. A cobrança mal começou. É um longo caminho e obviamente há muitos entraves, incluindo excessos burocráticos em procedimentos muito simples, como o registro da maioria dos poços tubulares. Fiscalizar adequadamente o funcionamento do setor a fim de inibir a clandestinidade na perfuração e no uso das águas subterrâneas; elaborar planos estaduais e de bacias de recursos hídricos. Criar cadastro de empresas de perfuração e o respectivo credenciamento. Iniciar um amplo programa de capacitação e incentivar os programas de pós graduação na área de recursos hídricos subterrâneos. Implementar um programa de cartografia e pesquisa hidrogeológica dos nossos aquíferos”, entre outros.
Fonte: www.abas.org/imagens/revista25.pdf
Meio Ambiente, Meio Água

As discussões e opiniões sobre o novo Código Florestal, acaloradas pela vontade de todos para que não erremos neste momento importante, amplificou em muitos de seus cenários, a relação intrínseca entre água e meio ambiente.
A água é um importante elemento que permeia os interesses dos vários segmentos envolvidos sendo que, em alguns casos, quase que preponderantemente o recurso hídrico se sobressai ao ambiente e passa a determinar e definir qual o rumo que se deseja tomar, seja para o desenvolvimento, seja para a vida em geral. É o que podemos chamar de Fator Água, que é, além de ponto estruturante em qualquer política pública, o elemento decisório quando se quer que o desenvolvimento se estabeleça sem ferimentos ao meio ambiente ou à sustentabilidade.
Então por que o “meio água” é sempre uma parcela tangencial nas efetivas discussões sobre o “meio ambiente”? Por que a água literalmente mergulha na periferia das discussões que envolvem condições melhores de vida, de desenvolvimento e de sustentabilidade? Atualmente todo o planeta busca soluções para a água.
Correndo contra o tempo, o homem sabe que o combate à fome e à miséria tem nome: água. Onde ela existe, seja superficialmente ou de forma subterrânea, há inúmeras possibilidades de desenvolvimento e vida. Onde não, a única alternativa será o êxodo. Ora, isto não é um retrato, nem um sintoma. Isto é real.
Água é sinônimo de vida. Mas mesmo assim, este tesouro líquido não tem lugar de destaque nas políticas públicas nem tampouco verificamos sua prioridade justificada na agenda política do país. Ele aparece sempre de forma tangencial, paralela, periférica.
A água é elemento número um quando discutimos saúde, agricultura, transportes, energia, infraestrutura, turismo. E o Brasil, aos olhos da humanidade, é uma potência hídrica, pois detemos aqui aproximadamente 14% da água doce e dois dos maiores aquíferos do planeta.
A reflexão deve ser de tal forma a compreender que o Sistema de Recursos Hídricos deve caminhar ao lado do Sistema de Meio Ambiente. Que não podemos ter um “meio aqui, outro meio ali”. Devemos sim ter um só ambiente. E com água em quantidade e qualidade para todos. Assim simples. Um ambiente com água.
Fonte: http://www.abas.org/imagens/revista25.pdf
O saneamento público estadual no RS
O saneamento recebeu vultosos recursos para universalizar o abastecimento com água tratada para as populações urbanas, no período de vigência do Planasa, de 1970 a 1985 (15 anos).
Após a promulgação da Lei do Saneamento em 2007, e com o advento do PAC, reapareceram os recursos para investimento em Saneamento.
No RS, somente na Corsan foram contratados no PAC I e II mais de R$ 2,5 bilhões. Dentre os serviços municipais, nesse mesmo período, os que mais estão investindo são Porto Alegre (Dmae), Caxias do Sul (Samae), Novo Hamburgo (Comusa) e São Leopoldo (Semae).
O volume total de investimentos contratados para o setor ultrapassa, portanto, os R$ 3,2 bilhões, o que já começa a mudar a posição do RS no cenário nacional em termos de economias atendidas com esgotamento sanitário, ainda mais se considerar os diversos sistemas com obras de esgotamento misto, em fase inicial, que possibilitam prever a universalização do atendimento em curtíssimo tempo.
Entre as principais atuações do Governo do Estado na área de saneamento, estão:
- Perfuração de Poços;
- Implantação de pequenos sistemas de abastecimento de água, esgotos sanitários e drenagem urbana;
- Apoio aos pequenos municípios através da execução de projetos de saneamento básico;
- Execução de Planos regionais de saneamento (Planos de saneamento de Bacia);
- Execução do Plano Estadual de Saneamento e a implantação do sistema de informações em saneamento.
O acesso ao saneamento tem impacto direto nos índices de desenvolvimento humano, e a ausência deste serviço afeta principalmente as mulheres e crianças, pois no Brasil ainda elas que estão à frente das atividades domésticas.
A falta de água e de esgoto tratado é um fator que aprofunda ainda mais a desigualdade de gênero e dificulta a saída do ciclo da pobreza, para isso é fundamental o investimento no saneamento para dar oportunidades às pessoas de baixa renda a terem condições mínimas saneamento, pois esta carência se traduz em perda de oportunidades em educação e em empoderamento.
Fonte: http://www.crea-rs.org.br/crea/revista.php
http://www.corsan.com.br/node/53
http://www.sehadur.rs.gov.br/portal/index.php?acao=noticias_destaque&cod=2918
Acessado em: 08/03/2012

EDUCAR PARA TRANSFORMAR

A educação ambiental é ferramenta imprescindível na preservação dos recursos hídricos e comprovadamente dá resultados, principalmente quando efetuada com iniciativas a partir de escolas.
A educação ambiental foi a primeira solução apontada para as questões ambientais na Conferência de Estocolmo (Suécia, 1972) e na Eco 92 ( RJ/Brasil) quando se concluiu que sua principal missão é formar uma sociedade sustentável.
Mas como implementar? A pesquisadora Valéria S. Hammes, da Embrapa Meio Ambiente, aponta três premissas para viabilização:
1 - adotar metodologias eficazes que envolvam a todos, pois precisamos nos conscientizar, nos transformar e participar da mudança de paradigma da sociedade para, então, mudar o paradigma dos modelos de desenvolvimento;
2 - adotar metodologias eficientes, com tempo de resposta rápida;
3 - adotar metodologias efetivas, que realizem transformações e mudanças rápidas: de hábitos, de investimentos, de produção, de relações, pois o problema torna-se uma oportunidade de qualidade de vida, de negócio, de bem-estar.
Neste sentido, Valéria relata que a Embrapa Meio Ambiente desenvolveu a Macroeducação, que forma multiplicadores do “Presente” e do “Futuro”, em empresas e redes de ensino para atuarem na transformação socioambiental de suas cidades. “Poderia apontar várias iniciativas, projetos, incentivos para promover a proteção dos recursos hídricos, mas considero mais poderosas, aquelas ações que atendem a estas premissas e ainda mais importante, porque vem das crianças, demonstrando o poder transformador das escolas”, diz.
Ela afirma que “em termos conceituais, tomam a micro bacia hidrográfica como unidade de gestão ambiental, que deve considerar toda a comunidade e as formas de uso e exploração desse espaço, para buscar o equilíbrio e a sustentabilidade.” E conclui: “Portanto, a educação ambiental promove o envolvimento de todos, segundo a responsabilidade ou co-responsabilidade para a conservação dos recursos hídricos (superficiais e subterrâneos).
FONTE: http://www.abas.org/imagens/revista25.pdf
Regras de controle de qualidade da água

Segundo a Portaria 2.914/2011 do Ministério da Saúde, água para consumo humano é a água potável destinada à ingestão, preparação e produção de alimentos e à higiene pessoal, independentemente da sua origem. Água potável é a água que atenda ao padrão de potabilidade estabelecido na Portaria e que não ofereça riscos à saúde.
Cabe à Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS/MS) subordinada ao Ministério da Saúde promover e acompanhar a vigilância da qualidade da água para consumo humano, em articulação com as Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e respectivos responsáveis pelo controle da qualidade da água.
Deverá ainda a SVS estabelecer ações especificadas no Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (VIGIAGUA). Caberá
também a Secretaria estabelecer as diretrizes da vigilância da qualidade da água para consumo humano a serem implementadas pelos Estados, Distrito Federal e Municípios, respeitados os princípios do SUS, entre outras atividades.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) deverá exercer a vigilância da qualidade da água nas áreas de portos, aeroportos e passagens de fronteiras terrestres, conforme os critérios e parâmetros estabelecidos pela Portaria.
Fonte: http://www.abas.org/imagens/revista25.pdf
Dicas de Segurança para manter sua familia segura.

Nas Ruas:
• Previna-se contra a ação dos marginais não ostentando objetos de valor como relógios, pulseiras, colares e outras jóias de valor.
• Evite passar em ruas ou praças mal iluminadas.
• Se sentir que está sendo seguido, entre em algum estabelecimento comercial ou atravesse a rua.
• Não saia com grandes quantias de dinheiro.
• Não abra a carteira ou a bolsa na frente de estranhos.
• Comunicar a presença de elementos suspeitos nas proximidades de sua casa.
• Ao retornar, notando algum sinal estranho (porta aberta, luzes acesas, etc.), não entre em casa, chame a polícia.
Nos Bancos:
• Evite conversar com pessoas estranhas dentro ou fora do banco.
• Proteja bem o dinheiro ou cheques na hora que for ao banco fazer depósitos.
• Ao sair do banco olhe bem para todos os lados para ter certeza de que não está sendo seguido.
• Nunca aceite ajuda de estranhos ao utilizar os caixas eletrônicos.
No Transporte Coletivo:
• Dentro do coletivo mantenha a bolsa, carteira, pacotes ou sacolas na frente do seu corpo.
• Em ônibus com poucos passageiros, procure viajar próximo ao motorista.
• Ande sempre com o dinheiro da passagem contado ou dê preferência aos vales transporte.
• Evite ficar sozinho em pontos de ônibus isolados.
No Carro
• Nunca deixe documentos, talões de cheques, objetos de valor dentro do carro.
• Ao sair do carro mesmo que por alguns minutos, levante os vidros, tranque as portas e o porta-malas e se possível ligue o alarme.
• Nunca deixe as chaves sobressalentes dentro do carro.
• Procure estacionar em locais vigiados por pessoas de confiança e se possível em locais iluminados e visíveis.
• Nunca dê carona a estranhos.
• Procure usar dispositivos de segurança como: sistema de alarme, corrente de direção, chave geral interruptora e tranca de direção.
• Procure não se aproximar do seu carro e nem entrar nele se perceber a presença de pessoas suspeitas nas proximidades.
Em Casa:
• Tenha sempre à mão os telefones de emergência.
• Quando chegar ou sair de casa, fique atento. Se desconfiar, aguarde, dê uma volta no quarteirão e chame a Brigada Militar pelo fone 190.
• Marque hora com as pessoas que farão serviços em sua casa; exija sempre identificação e nunca as deixe sozinhas.
• Ao sair, certifique-se de que as portas e janelas voltadas para áreas externas estão trancadas, inclusive a garagem.
• Procure conhecer seus vizinhos – onde trabalham, telefones, hábitos, horários de saída e chegada.
• Ao viajar, suspenda a assinatura de jornais e revistas e solicite a uma pessoa de confiança que pegue suas correspondências.
• As crianças devem ser orientadas para não abrir a porta para estranhos e nem trazê-los para casa sem autorização.
• Mantenha o controle das chaves de sua residência, só fornecendo cópias para pessoas de confiança.
Datas importantes para a AZ Brasil
Abril
22/04 - Dia do Descobrimento do Brasil
22/04 - Dia do Planeta Terra
Maio
01/05 - Dia Mundial do Trabalho
14/05 - Dia do Seguro
25/05 - Dia da Indústria
Junho
01/06 - Semana Mundial do Meio Ambiente
05/06 - Dia Mundial do Meio Ambiente
16/06 - Dia do comerciante
20/06 - Dia do Profissional de Segurança Privada
Outubro
17/10 - Dia do Eletricista
19/10 - Dia do Guarda Noturno
30/10 - Dia do Comerciário
Novembro
05/11 - Dia do Radioamador e Técnico Eletrônica
08/11 - Dia Mundial do Urbanismo
Dezembro
08/12 - Dia da Justiça
10/12 - Dia Internacional dos Direitos Humanos
25/12 - Natal
31/12 - Reveillon
Segurança: investimento que traz tranquilidade
Segundo estudiosos da segurança ela é considerada uma das necessidades primárias do ser humano perdendo apenas para as necessidades fisiológicas, ou animais, como alimentar-se, abrigar-se das intempéries e reproduzir-se.
A segurança faz-se necessária diante de dessa nova era que estamos vivendo de grande desenvolvimento e surgimento acelerado do PIB e conseguentemente das cidades que estão mais expostas a inúmeros riscos e perigos.
Caso esses riscos não sejam previstos, evitados ou administrados com eficiência, podem causar sérios prejuízos, pois as pessoas estão diariamente expostas a furtos, assaltos, atos de espionagem, atos de terrorismo, seqüestros, entre outros perigos.
Em uma análise atenta de custo/benefício, é muito importante o investimento na segurança. Lamenta-se apenas, que, nem sempre, as pessoas têm uma exata percepção dessa necessidade até passarem por alguma situação de risco.
Empregar dinheiro em segurança se constitui num investimento e não em um gasto, pois na prevenção e perdas, deve-se pensar que os custos da prevenção não pode ser maior do que o das perdas, caso contrário seria melhor administrar perdas, mantendo um custo mais baixo.
Também não se permite zerar as perdas, porque se assim fosse também não faria sentido manter o custo da prevenção, ou seja, uma arte onde a balança não pode pender para nenhum dos lados.
fonte: http://www.cpt.com.br/artigos/seguranca-patrimonial-investimento-gasto
acessado em 08/03/2011
AZ BRASIL investindo na qualificação de seus funcionários
No último dia 22 de março os funcionários da AZ BRASIL participaram do Programa de Capacitação Profissional, uma iniciativa da empresa para interação e promoção de seus colaboradores.
O treinamento interno é uma das primeiras ações de 2012 nas áreas de motivação e capacitação profissional da AZ Seg. O primeiro encontro do Programa de Capacitação Profissional, foi dirigido ao departamento Técnico, onde 6 técnicos participaram do encontro.
A reunião teve duração média de duas horas onde foram priorizados conteúdos sobre sistemas de segurança onde foram abordados temas sobre centrais de alarmes e plataforma de rádio freqüência (antena de rádio). Os participantes tiveram a oportunidade de aperfeiçoar as técnicas que já conheciam para poder oferecer o melhor serviço aos clientes da AZ BRASIL, que tem como foco principal, garantir satisfação total para nossos clientes.
Qualificando nossos colaboradores estamos investindo no futuro de nossa empresa, para poder oferecer o melhor para nossos clientes, pensando sempre no bem estar de todos que de alguma forma fazem parte do grupo AZ BRASIL, que engloba a AZ Industria e a AZ Seg.
Além disso o desenvolvimento do funcionário, o ânimo melhorado e maior lealdade à empresa são outros os benefícios que o programa de treinamento visa trazer para o local de trabalho.
Os gestores da AZ BRASIL pretendem durante todo este ano oferecer diversos cursos profissionalizantes e motivacionais para os funcionários da nossa empresa, para que eles possam se sentir em casa dentro da empresa.

"Este aparelhinho foi feito pra mim. Não troco."
Sra. Nair Henke
Simpática. Ágil. Muito bem humorada. Confiante. Assim é a Sra Nair Henke, residente em Montenegro há mais de 40 anos.
Moderna o suficiente para ter se desfeito do fogão e todas as tralhas da cozinha e ir com o seu marido, 83 anos, diariamente, comer fora, passear e encontrar amigos. E, ao mesmo tempo tradicional para manter um ritmo de vida que faz ela levantar com os passarinhos, varrer e cuidar do jardim. Apesar da idade aparenta muita confiança e entusiasmo. Seus olhos demostram muita alegria quando fala do alarme instalado pela AZ Segurança em 1986, na época era chamada de Eletrônica AZ Ltda., depois de ter tido alguns sobressaltos com visitantes indesejados a Sra. Nair procurou a AZ.
A Sra. Nair conta que ainda guarda a nota fornecida pela empresa na época. É a Número Um.
"O aparelinho foi construído para mim mesmo. Ele conhece todas as minhas manias. Em casa eu tenho 21 janelas e portas e sei quando tudo está fechado. Acho até que foi feito personalizado para mim. Em 86, eu recém tinha sido assaltada e estava querendo uma solução para o meu problema. E daí um amigo me falou do Ari. Fui falar com ele para que solucionasse o meu problema. Tive de insistir. Mas finalmente ele criou uma belezinha pra mim. E a instalação foi feita de maneira muito cuidadosa e sempre que preciso é feita uma manutenção. Várias vezes, o Ari já tentou trocar o aparelho por uma coisa mais moderna, mas não quero. Esse é meu. Funciona bem há muitos anos e conhece quem eu sou"
Entrevista realizada com Sra. Nair para publicação de uma reportagem para revista de segurança.
